A Minha Filosofia

Eu ficarei para sempre com o que disse Zoroastro, grande sábio persa do século VI a.C., que resumiu o que é estar no caminho correto em apenas uma singela frase:

"BONS PENSAMENTOS, BOAS PALAVRAS, E BOAS AÇÕES."

Quero fazer deste princípio o meu viver, incorporar em tudo o que sou a essência desta visão tão simples, para conseguir estar bem com o mundo e comigo mesmo antes de qualquer coisa.

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miércoles, 25 de enero de 2012

Aadat - Atif Aslam


Na djáne kab se 
Umíde kutcheh báqi hen. 
Mudjhe phir bhi terí yád 
Kyún áti he? 
Na djáne kab se...

Dur djitná bhi tum mudjh se,
Pás tere men: 
Ab to 'adat si ha mudjh ko ése djíne men. 
Zindagí se koyí shikwah bhi nahín he -
Ab to zindah hun men is níle asmán men.

Tcháhat ési he yeh terí
Barrhti djáye, 
Áhat ése hai yeh teri 
Mudjh ko satáye! 
Yáden gehrí hen yeh itni, 
Dil dub djáye 
Aur ánk-hon men yeh ghum num ban djáye!

Ab to 'adat si ha mudjh ko ése djíne men...

Sabhí rátein hein, 
Sabhí bátein hein... 
Bhulá do unhein, 
Mitta do unhein...

Ab to 'adat si ha mudjh ko 

▬▬▬▬▬ஜ۩۞۩ஜ▬▬▬▬▬▬

Não sei desde quando 
Eu venho alimentando esses desejos.
Porque eu ainda continuo
Pensando em ti?
Não sei desde quando...

Quanto mais te distancias de mim,
Mais eu me aproximo de ti:
Agora essa é a maneira como costumo viver.
Da vida eu não tenho queixas -
Agora não vivo senão sob um (bonito) céu azul.

O amor que sinto por ti 
Continua a aumentar,
O mais leve som vindo de ti 
Já me atormenta!
Os pensamentos são tão profundos,
Que neles meu coração se afoga
E em meus olhos a dor se transforma em lágrimas!

Agora essa é a maneira como costumo viver...

Todas aquelas noites, 
Todas aquelas conversas...
Esquecidas,
Apagadas...

Agora esse é o meu costume


عاطف اسلم، عادت (Urdu)

 نہ جانے کب سے
 امید کچھ باقی ہے
 مجھے پھر بھی تیری یاد
 کیوں آتی ہے؟
 نہ جانے کب سے

 دور جتنا بھی تم مجھ سے
 پاس تیرے میں
 اب تو عادت سی ہے مجھ کو ایسے جینے میں
 زندگی سے کوئی شکوہ بھی نہیں ہے
 اب تو زندہ ہوں میں اس نیلے آسماں میں

 چاہت ایسی ہے یہ تیری
 بڑھتی جائے
 آہٹ ایسے ہے یہ تیری
 مجھ کو ستائے
 یادیں گہری ہیں اتنی
 دل ڈوب جائے
 اور آنکھوں میں یہ غم نم بن جائے

 اب تو عادت سی ہے مجھ کو ایسے جینے میں

 سبھی راتیں ہیں
 سبھی باتیں ہیں
 بھلا دو انہیں
 مٹا دو انہیں
 اب تو عادت سی ہے مجھ کو

jueves, 18 de agosto de 2011

Viajar, viajar!

   

   Houve um talentoso poeta persa no século XII chamado Anvarí, que acerca dos benefícios das viagens, disse o seguinte: "Ao viajar, o homem se instrui; recebe honras, encontra nelas um tesouro de riqueza; as viagens ensinam talentos. Daquela região onde te tornaste desprezado aos olhos dos seres humanos, muda-te logo para ires a um outro canto. Se a árvore pudesse mover-se e ir de lugar em lugar, não receberia os golpes do machado. Ao viver em sua cidade natal, o ser humano permanece sem méritos; enquanto a jóia ainda está na mina ela não possui valor. É preciso que tu observes bem o estado da terra e do céu: se um permanece imóvel, o outro está incessantemente em viagem."

   Eu viajei. Na verdade, ainda viajo. Mais verdade ainda, sempre viajei, estou sempre em viagem. Pela viagem física, mudei de lugar, pelas viagens interiores, descubro-me a mim, aos outros, descubro os meus caminhos, os caminhos do mundo. Estou de volta à São Paulo. Comecei um novo trabalho. Eu me tornei professor, quem diria? Ensino espanhol e francês numa ONG, tenho já meus primeiros alunos, gosto do local de trabalho e pretendo progredir, dar tudo o que posso para que eles aprendam bem.

  No coração, além das lembranças, evidentemente os planos. E Lisboa virá até mim em breve, assim espero. Pelo amor, pela vida, pelo sonho. Em suma, posso dizer que tenho um lugar? Meu lugar é o mundo, e meus companheiros são as criaturas que nele estão, inclusive as que só existem dentro de mim.

   O mundo é tão grande, tão vasto, há tanto a se descobrir. Alegra-me saber que tenho um imenso caminho a palmilhar diante de mim. Isso conforta-me imensamente. Por um lado, há a falta de muito que ainda não consegui realizar em minha vida, há a ausência de uma companhia, há a solidão imensa que nunca me deixa e que eu procuro disfarçar com milhares de palavras... por outro, tenho os sonhos, que persigo com uma vontade que beira ao desespero. Na viagem interna que ralizo todos os dias ao âmago dos meus pensamentos mais íntimos, sinto que ainda viverei algo de grande, de muito grande.


viernes, 13 de mayo de 2011

La Alegria


   Esta canção está em ladino, o idioma dos judeus da Península Ibérica, expulsos há mais de 500 anos e desde então espalhados pelo mundo. O ladino é uma mistura de espanhol arcaico com hebraico bíblico e outros idiomas, como o português, o árabe, o turco, o grego etc. e difere um pouco da língua falada hoje pelos espanhóis e latino-americanos, mas na essência é o mesmo idioma, com apenas algumas diferenças na pronúncia e no vocabulário. Yasmin Levy é uma cantora israelense, de Jerusalém, que estudou flamenco na Espanha, bem como recuperou canções ladinas que estavam já esquecidas. Seu pai era um folclorista renomado, estudioso das tradições dos judeus sefarditas. Música com muita, muita alma...

Yo bebo y bebo y bebo pa' olvidarte
Yo duermo y duermo y duermo pa' no pensar
Maldito mundo
Vivir para pagar por el pecado de amarte
Maldita tu
Sueltame

Te digo que vida no tengo
Y es por tu culpa
Las noches igual que los días
De soledad
Oh Dio mio
Ayúdame para matar este amor
Que 'stá en mi corazón
Bendito Dio sálvame

Solo caminando en el camino de este mundo
Y no tengo más fuerza para luchar
Yo pensaba que amarte fue el remedio pa' el dolor
Pero el dolor se hizo grande más y más
Ah, te dejo para siempre, vida mia no te olvides
Que soy hombre que existe para ti
Y el cante de mi vida te regalo para siempre
Tal que llegue el día del morir

viernes, 4 de marzo de 2011

Jamais Esquecerei

   Estive a comunicar-me com um amigo distante, que lemborou-me de quem sou. Disse-me que, como poeta, para mim o amor é uma necessidade e uma fonte de inspiração.

   Voltei a pensar em meu primeiro amor. Só esse amor me faz ter vontade de querer algo que não posso encontrar na realidade. Esse amor é minha única fraqueza. Ele não voltará. Eu sei, eu aceito isso. Talvez nem sequer ele precise voltar. Basta que permaneça no lugar onde está, porque a casa do coração é a única que não pode ser destruída, ao contrário de todas as outras. Suas pedras não podem ser tocadas pelas mãos humanas, e portanto são eternas.

   E pensar que uma vez eu cheguei a discutir com Renato, dizendo que não o amava mais... não o amo mais como o amava quando o deixei. Antoine é uma lembrança ainda, que no entanto vai se apagando, sobrevivem somente alguns traços de memórias aos quais me apego com força, temendo que se percam para sempre...

   O que sinto agora? Conhecem a canção "Asla Vazgeçemem", de Tarkan Tevetoğlu? Então prestem atenção à letra...



Asla Vazgeçemem (Jamais Esquecerei)

Ah, gözlerin! 
(Ah, teus olhos!)
Ah, gözlerin beni benden alan...
(Ah, teus olhos que de mim foram roubados...)
Sislerin ardından, buğulu bakan.
(Serão encontrados através da névoa [de lágrimas].)


Ah, sözlerin!
(Ah, tuas palavras!)
Ah, sözlerin beni benden çalan,
(Ah, tuas palavras que levaram de mim,)
Bir nehir misali, kalbime akan...
(Que, como um rio, correm em meu coração...)


Asla, asla vazgeçemem, senden asla!
(Jamais, jamais desistirei de ti.)
Olamam ben sensiz,
(Não posso viver sem ti,)
Yapamam sevgisiz.
(Não posso ficar sem teu amor.)
Asla, asla vazgeçemem, senden asla!
(Nunca, nunca desistirei de ti!)
Olamam ben sensiz,
(Não posso viver sem ti,)
Yapamam kimsesiz.
(Não posso ficar sem ninguém.)


Ah, saçların!
(Ah, teus cabelos!)
Ah, saçların alev alev yakan,
(Ah, teus cabelos que ardem como fogo,)
Rüzgarla savrulup bin ışık saçan...
(Que como o vento se dobram, que brilham como mil luzes...)

miércoles, 13 de octubre de 2010

No Bosque de Eucaliptos - חורשת האקליפטוס

 Esta canção é um poema de Naomi Shemer, Hurshat ha Eucaliptos (חורשת האקליפטוס), e foi composta em 1963, no que foi uma homenagem da artista ao seu local de nascimento, um kibutz (coletividade agrícola) localizado numa área verde, às margens do Mar da Galileia, que na verdade trata-se de um lago que fica ao norte de Israel. O poema foi musicado e já foi cantado por artistas famosos, inclusive Lara Fabian. E uma bonita canção, um grande clássico do repertório hebraico. Ishtar (אישתאר), eis uma cantora que eu muito aprecio; dela é a voz.



Kshe ima bah ahena 
Quando minha mãe veio aqui


Yafa utzeira. 
Era bela e jovem.
Az aba al giva a bana la bait.
Papai lhe construiu uma casa na colina.

Halfu haavivim 
Primaveras passaram
Hatzi meah avra 
Meio século passou-se
Vetaltalim hafchu siba bentaim 
E os cachos de seus cabelos branquearam-se com o tempo

Aval, al hof Yarden,
Mas, nas margens do rio Jordão, 
Kemo meuma lo kara. 
Nada acontecia.
Ota adumia 
O mesmo silêncio 
Vegam ota atafora

E o mesmo lugar


Hurshat ha Eucalipos, hagesher, lasira.,
 O Bosque de Eucaliptos, a ponte, o barco,


Vereah hamaluah al hamaim...
E o cheiro de sal sobre as águas...






Bashebil hine yoredet,
E então uma caravana,
Edat hatinoqot 
O grupo de criancinhas 
Hem haYarden irsha shebu ragtaim ...
No Jordão eles já brincam...

Elu hatinoqot,
As crianças cresceram,
Kbar lambu mispor...
Agora elas aprenderam a nadar...
Ish mihanearim 
Os jovens
Osim mishnaim.
Já passeiam em duplas.




sábado, 14 de agosto de 2010

Flor de Cerejeira

 Amigos, peço desculpas pela ausência. Desta vez é de verdade. Estou sem ter como retribuir as visitas que recebo, assim que possível eu retornarei. Perdoem, não é por nada, e sim pelas coisas que estão a ocorrer. Algumas boas, outras nem tanto.

 Ontem de noite chorei muito. Leiam o post anterior e saberão o motivo. Eu ouvi uma canção japonesa que me fez chorar logo no primeiro instante. Fala das cerejeiras. Há várias espécies, distribuídas por várias partes do mundo, cada uma de um tipo, algumas dão frutos e outras não. Cerejeira é uma árvore de madeira boa, e seus frutos, as cerejas, são doces, vermelhos e suculentos. Simbolizam o amor. Já suas flores, que são de cor rosa ou branca, são delicadas, pequeninas e duram pouco, desprendem-se dos galhos em pouco tempo. Representam a pureza e a inocência. Poucas coisas físicas no mundo são mais bonitas que uma cerejeira, na minha opinião.

 No Japão, especialmente, a cerejeira é um símbolo nacional de grande relevância, presente nos quintais de casas e escolas, no imaginário popular e na inspiração de artistas desde milhares de anos, quando o país era apenas um conjunto de ilhas pouco povoadas e isoladas do mundo. Eu mesmo sei pouco sobre essa nação. Nem entendo o motivo de ter chorado tanto com esta música. Deve ser porque minhas lembranças e a minha saudade se misturaram com a melodia; essas coisas acontecem quando uma pessoa está sozinha, ela fica mais fragilizada e sensível. Pensei em minha família, e desejei tanto um reencontro, um abraço. De qualquer forma, é bom derramar umas lágrimas de vez em quando; alivia, descarrega a alma, mais ou menos como uma cerejeira quando perde suas flores e fica mais leve, numa suave brisa de primavera...

 A cultura oriental é lindíssima. Eles têm maneiras extremamente sutis de expressar emoções, e sabem ser doces, mesmo aparentando frieza. É só impressão de frieza que dá vê-los sérios e silenciosos. Essa imagem não corresponde à realidade, como vocês perceberão pela canção. Eu chorei ontem e choro agora de novo, não consigo parar de ouvir e acompanhar a letra, é muito... nem sei dizer. Tem que sentir.

Sakura - Naotaro Moriyama (2003)

Bokura wa kito materu 
 Eu sempre irei esperar
Kimi to mata aeru hibi wo
Novamente te encontrar
Sakuranamiki no michi no ue de 
Na alameda de cerejeiras
Te wo furi sakebuyo
Te chamarei, levantando as mãos
Donani kurushi toki mo 
Mesmo nos dias mais difíceis
Kimi wa warateirukara 
Tu estás sempre a sorrir
Kujikesuni narikakitemo 
Por isso, senti a tua firme coragem
Ganbareru kigashitaro 
Capaz de superar as desilusões
 Kasumiyuku keshiki no naka ni 
Dentro duma paisagem enevoada
Ano hi no uta ga kikoeru 
A canção daquele dia posso ouvir


Sakura sakura ima sakihokoru
As cerejeiras, as cerejeiras florescem agora
Setsuna ni chiriyuku sadame to shitte
Cientes da sua curta vida
Saraba tomo yo tabidachi no toki 
Adeus amigo, é a hora da despedida
Kowaranai sono omoi wo ima
Será eterno o sentimento deste instante
Imanara ierudaruka itsuwari no nai kotoba 
Se aquele dia fosse hoje, conseguiria dizer-te
Kagayakeru kimi no mirai wo negau 
Palavras sinceras e verdadeiras
Hontu no kotoba!
Para desejar a ti um futuro brilhante!
Utsuriyuku machi wa marude?
A distância conseguirá nos separar?
Bokura wo sekasuyoni?
Fazer com que de mim tu te esqueças?
Sakura sakura tada maiochiru 
As flores de cerejeira simplesmente caem
Itsuka umarekawaru toki o shinji 
Confiantes na hora de renascer um dia
Nakuna tomo yo ima sekibetsu no toki
Não chores meu amigo
Kazaranai ano egao de saá
Vá com aquele sorriso singelo
Sakura sakura iza maiagare 
Levantem-se flores de cerejeira
Towani sanzameku hikari o abite 
Tomando o sol que para sempre as iluminará
Saraba tomo yo mata kono basho de awo
Adeus amigo, nos veremos nesta solitária ladeira
Sakura maichiru michi no 
Na qual descansam as flores de cerejeira
Sakura maichiru michi no ue de 
Na qual descansam eternamente as flores de cerejeira

jueves, 22 de julio de 2010

O Tempo





Zman (Tempo)
זמן
زمان


(Idioma: hebraico - tradução de Deborah Zaniolli sheli)

Ze hazman liot levad, rotza od zman bli af echad
Este é o tempo de estar sozinho, quero mais tempo sem ninguém
Levad ve she hazman iachalof, ve et hakol ito ishtof
Sozinha e que o tempo passe, e que lave tudo
Zman... ve hashemesh tavo ve tiga 
Tempo... e que o sol chegue e toque
Zman... lishkoah kol ma she paga 
Tempo... de esquecer tudo que se feriu
Rak od zman, ki gam im u kzat meuhar
Só mais um tempo, porque também se ele está um pouco atrasado
Zman yavi ito zman acher
O tempo trará com ele outros tempos
Ulai od iom echad, ulai yakun ve lo efhad
Talvez outro dia, talvez eu levante e não tenha mais medo 
Ve ze ie hazman hatov, hazman lechiot u lehov
E esse será o tempo bom, o tempo de viver e amar
Zman... ve hashemesh tavo ve tiga 
Tempo... e o sol chega e toque
Zman... lishkoah kol ma she paga 
Tempo... de esquecer tudo que se feriu
(Idioma: árabe - Tradução pelo Google, aproximada)
Zman... li ahá li mãntun hadá (زمان  لي  أهى  لي  منتن  حادة)
Com o tempo... não sei o que fazer com ele
Zman... táimrah li al-hadá (تأمره  لي  الحادة)
Tempo... peço-lhe conselhos
::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 Tempo é algo que eu vou precisar um pouco agora, para correr atrás de coisas importantes, que infelizmente não serão fáceis. Mas todos nós sabemos que o que é importante na vida dificilmente se consegue com facilidade, então... me desejem sorte!
 
  Esta canção está em hebraico, mas um pedacinho é em árabe, e a palavra "zman" significa "tempo" em ambas as línguas. A cantora, compositora e atriz Mira Awad é do norte de Israel, nasceu na cidadezinha de Rameh (Galileia) em 1975, mas atualmente reside em Tel Aviv. Em 2009 representou seu país no Eurovision Song Contest (ou Eurovisão), junto com Noa. Gosto muito dela, e depois trago mais músicas suas para este meu cantinho, se Deus quiser. Fiquem bem e até mais.

 

sábado, 26 de junio de 2010

Eu não!

A Dana International é linda e talentosa, além de super carismática, sou fã desde que conheci sua performance no Eurovisão 1998, do qual foi a ganhadora. Desta vez, venho terminar minha secção de música nesta semana com ela! Eu tenho sonhos que talvez se realizem um dia, e a Dana, a cantar alegre e com o mar ao lado evoca esse meu sonho.

Sem mais, deixo vocês com ela e com todo esse romantismo. A língua hebraica não é realmente doce? Me vou deitar que estou muito cansado, finalmente é minha folga! Depois visito os blogues interessantes e retribuo as visitas atrasadas. Bom sábado para todos nós.

ANI LO!!אני לא
 
Ata yachol leagid li, - Tu podes me dizer,
Sheze lo meshane, - Que não importa,
Sheazman lo over, - Que o tempo não passa,
Sheani lo bocha; - Que eu não chorarei;
Al tagid sheata - Não digas que tu
Lo ohev oti, - Não me amas,
Ata yachol livkot - Tu poderás chorar

Leistovev el akar. - Em teu travesseiro.

Lagaat berega, - Agarra este momento,

Bizman shenishbar, - Esta fracção de tempo,
Al tagid li shelo - Não digas que nós dois
Niye po machar. - Não estaremos aqui amanhã.

Ani lo, - Eu não,

Ani lo, - Eu não,
Ani lo - Eu não
Lo yechola biladecha! - Não posso viver sem ti!

Ata yachol leagid li - Tu podes me dizer
Shealaila nigmar - Que esta noite é muito
Ve shetzarich kvar lalechet, - E que chegou a hora de partir,
Niye meuchar; - Que chegaremos atrasados;
Al tagid sheata - Não digas que tu
Lo ohev oti. - Não me amas.
Ata yachol livroch - Tu podes correr por aí
Lalech kshekar. - Sair quando está frio.

Lagaat berega (...) - Agarra este momento (...)

Ani lo, - Eu não,

Ani lo, - Eu não,
Ani lo - Eu não
Lo yechola bil'adecha! - Não posso viver sem ti!

viernes, 25 de junio de 2010

Rona & Bosem Tzarfati


 
Algo me diz que terei o que comemorar em breve, talvez. Sei que é um erro contar com a vitória antes do tempo, mas é melhor fazer assim que a hora chegar e não ter o que festejar, não é mesmo? Então já quero me alegrar e cantar!

Esta primeira é uma canção da Ishtar. Gosto muito da cantora, que é de Israel, apesar de quase sempre cantar em espanhol ou árabe. Espero que apreciem. Esta canção chama-se Rona. Rona é um nome feminino, hebraico. Originalmente, a canção era "Zahma", (de 1977) ("A Multidão") do Ahmed Adaweya (do Egipto), e fez muito sucesso na época (letra e comentários aqui, original aqui). Foi regravada por Samir Shukry (de Israel), e depois por Ishtar. A versão de Shoukry é lindíssima, e a letra está neste sítio, logo abaixo a da Ishtar também, que eu posto no presente post. Para cantar é só seguir a letra...


Vuelvo todos los días
  A aquel mismo lugar,
Hablo con las estrellas
Te quiero recordar.
Amor de mis amores
No es una ilusión,
Tu calma mis dolores,
Calmaré tu pasión.

Cuando te ví (Rona),
Cerca de mí (Rona),
Yo comprendí (Rona)!

Cuando te vi (Rona), 
Tu para mi (Rona), 
Yo para ti (Rona),
Para toda la vida...

 

Mahma aolo áywa,
Wala aolo la,
Kháyfa la hub yaghodni,
Usol aolo oh.
El hob lama géni,
Wu huwa fi d-hobi déyeb,
Wibil ahlam nedéni,
Ali kalam habéyeb.

Háolo áywa (Rona),
Háolo la (Rona),
Áye bahebo (Rona),
Háolo áywa (Rona),
Wálaghod hawá (Rona),
Áye bahebo (Rona),
Ana haolo oh...

Llegaste como el viento,
Como el viento te va,
  Y como pasa el tiempo,
Pienso que volverá.
  Mahma háolo áywa,
Wala háolo la,
Kháyfa la hub yaghodni,
Usol háolo oh.

Cuando te ví (Rona),
Cerca de mí (Rona),
Yo comprendí (Rona)!

Cuando te vi (Rona), 
Tu para mi (Rona), 
Yo para ti (Rona),
Para toda la vida...

  
Llega a amanecer,
Sueño con tu calor,
Una al atardecer,
Tuyo todo mi amor.
 Háolo áywa (Rona),
Háolo la (Rona),
Áye bahebo (Rona),
Háolo áywa (Rona),

Wálaghod hawá (Rona),
Áye bahebo (Rona),
Ana háolo oh...

Cuando te ví (Rona),
Cerca de mí (Rona),
Yo comprendí (Rona)!

Cuando te vi (Rona), 
Tu para mi (Rona), 
Yo para ti (Rona)...
  
Ana háolo oh...


 Háolo áywa (Rona),
Háolo la (Rona),
Áye bahebo (Rona),
Háolo áywa (Rona),

Wálaghod hawá (Rona),
Áye bahebo (Rona),
Ana háolo oh...

Esta segunda música é da Sharit Hadad. Quer dizer "Perfume francês", em hebraico ("França" eu sei que é "Tzarfat", têm muitos sefarditas com este sobrenome). Há algumas expressões que eu entendo, como por exemplo "sheli leolam" - "meu para sempre", ou "nashekoti" - "me beija". O resto, só na tradução mesmo.



miércoles, 23 de junio de 2010

Se Tu Partires

Esta canção se chama Im Telech (o "ch" é forte, mais ou menos como o som do "j" espanhol), e é da cantora Din Din Aviv, faz parte do Idan Raichel Project, do qual eu gosto muito, pela variedade de estilos musicais e de cantores. Segue-se abaixo o vídeo da canção, com a letra em hebraico (transliterada, no original esta língua tem um alfabeto diferente do nosso, que eu infelizmente não sei ler ainda). A tradução está entre parênteses. Depois eu trago mais músicas para vocês! Um dia eu ainda aprendo hebraico!

 

Im Telech, mi yechabek oti kacha?  (Se tu partires, quem me abraçará assim?)
Mi yishma oti besof ayom?  (Quem me ouvirá ao fim do dia)
Mi yenachem veyargia,  (Quem me confortará e me acalmará)
Rak ata yodea? (Como só tu sabes fazer?)
Veim telech, lemi achake bachalon,  (E se tu partires, por quem esperarei na janela,)
Besimla shel chag,  (Com uma roupa bonita)      
Sheyagia yechabek oti kacha  (Para me abraçar ao chegar)
Kmo sheata megia?  (Como apenas tu sabes fazer?)

Kshetelech, lashemesh etze  (Quando partires, sairei para ver o sol)
Basade amuzav, boker vaerev.  (No campo dourado, de manhã até o entardecer)  
Yareach yair et panai,  (A lua iluminará meu rosto,)              
Shecholmot kol ayom rak alecha.  (Cujos sonhos são dedicados o dia todo a ti.)
Kshetavo, tisa oti bishtei yadecha,  (Quando voltares, me carregarás com as duas mãos,)
Misade lanahar,  (Do campo até ao riacho,)
Tirchotz et panai vetagid li milim   (Enxugará as lágrimas de minha face e pronunciarás palavras)
Kmo sherak ata yodea.  (Assim como só tu sabes fazer.)